sábado, 18 de janeiro de 2020
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
Verbo: principal e auxiliar dos tempos compostos
Verbo
Os verbos servem para designar ações.
Subclasses
Principal
sem verbo auxiliar (Eu canto)
com verbo auxiliar (Eu tenho cantado)
Auxiliar
dos tempos compostos (Eu tenho estudado)
O verbo principal aparece na forma de particípio passado nos tempos compostos, precedido pelo verbo auxiliar ter.
Flexão em pessoa e número
1ª pessoa do singular (Eu canto)
2ª pessoa do singular (Tu cantas)
3ª pessoa do singular (Ele canta)
1ª pessoa do plural (Nós cantamos)
2ª pessoa do plural (Vós cantais)
3ª pessoa do plural (Eles cantam)
Os verbos servem para designar ações.
Subclasses
Principal
sem verbo auxiliar (Eu canto)
com verbo auxiliar (Eu tenho cantado)
Auxiliar
dos tempos compostos (Eu tenho estudado)
O verbo principal aparece na forma de particípio passado nos tempos compostos, precedido pelo verbo auxiliar ter.
Flexão em pessoa e número
1ª pessoa do singular (Eu canto)
2ª pessoa do singular (Tu cantas)
3ª pessoa do singular (Ele canta)
1ª pessoa do plural (Nós cantamos)
2ª pessoa do plural (Vós cantais)
3ª pessoa do plural (Eles cantam)
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
A Península Ibérica
Como qualquer península, a Península Ibérica está rodeada por mar com excepção de um lado chamado istmo.
Tem como limites naturais:
a norte: o oceano Atlântico;
a sul: o oceano Atlântico e o mar Mediterrâneo;
a este: o mar mediterrâneo;
a oeste: o Oceano Atlântico.
Encontra-se no Hemisfério Norte à mesma distância da linha do Equador e do Pólo Norte.
Relevo
Às diferentes formas que a superfície terrestre apresenta chamamos relevo. Alguns exemplos são:
Planície: grande superfície plana e de pouca altitude;
Planalto: grande superfície plana ou ondulada de média ou grande altitude;
Montanha: elevação de terreno que se destaca do terreno circundante pela sua altitude;
Vale: espaço compreendido entre dois montes (geralmente onde corre um rio).
Cordilheira: conjunto de montanhas.
Através dos mapas de relevo (mapas hipsométricos) conseguimos identificar as diferentes altitudes que uma zona pode apresentar através das suas cores.
A Península Ibérica é uma região bastante montanhosa constituída por um conjunto de planaltos e montanhas que se inclinam para ocidente. Destacam-se:
a Cordilheira Central: cadeia montanhosa que corta a meio o Planalto Central;
a Cordilheira dos Pirinéus: montanhas altas e escarpadas;
o Planalto Central: mais extenso e alto dos planaltos peninsulares;
a Planície do Ebro;
a Planície do Guadalquivir;
a Planície do Tejo-Sado.
Rios peninsulares
Os rios da Península Ibérica nascem nas grandes cadeias montanhosas onde abundam as nascentes e as neves. Como estão viradas para ocidente os rios correm nessa direcção e vão desaguar no Oceano Atlântico, com excepção do rio Ebro que corre para o Mediterrâneo.
Principais rios da Península Ibérica:
rio Minho;
rio Douro;
rio Tejo: rio com maior extensão;
rio Guadiana;
rio Sado;
rio Guadalquivir;
rio Ebro.
Clima
O planeta Terra apresenta diferentes zonas climáticas:
zona quente: próxima do Equador;
zonas frias: em redor dos pólos;
zonas temperadas: entre as zonas frias e as zonas quentes.
A Península Ibérica tem um clima temperado por isso apresenta quatro estações durante o ano:
Primavera;
Verão;
Outono;
Inverno.
Existem também diferenças regionais distinguindo-se três zonas:
Norte e Noroeste: elevada humidade e precipitação, temperaturas suaves tanto no Inverno como no Verão;
Interior: pouca precipitação, invernos muito frios e verões muito quentes;
Sul: pouca precipitação, invernos suaves e verões quentes.
Estas diferenças devem-se aos seguintes fatores:
proximidade do mar;
ventos dominantes;
relevo.
Vegetação natural
Sobre o tipo de vegetação que existe na Península ibérica podemos distinguir duas zonas:
Ibéria húmida: florestas de folha caduca, prados naturais verdes e matagais com fetos, giesta, urze e tojo. Junto à costa predominam os pinheiros;
Ibéria seca: florestas de folha persistente, matagais e arbustos. Junto à costa predominam as palmeiras, as piteiras e os cactos.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2020
Classes de palavras
Nome
Os nomes servem para designar seres, objetos e outras entidades
Subclasses
Comum - pão, gato, felicidade…
Comum coletivo - rebanho, matilha, multidão…
Próprio - Portugal, Lisboa, João, …
Adjetivo
Os adjetivos servem para designar qualidades ou propriedades dos nomes.
Subclasses
Qualificativo - bonito, sábio, feliz …
Numeral - primeiro, segundo, último…
Advérbio
Os advérbios localizam-se junto a verbos, adjetivos ou a outros advérbios e servem para mudar ou intensificar a sua significação.
Subclasses
de negação - não, jamais, nunca
de afirmação - sim, certamente, realmente
de quantidade e grau - apenas, bastante, demais, demasiado, excessivamente, mais, menos, muito, pouco, quase, tanto, tão, quanto
Determinante
Os determinantes aparecem antes dos nomes e concordam com eles em género e em número.
Subclasses
Artigos definidos - o, a, os, as
Artigos indefinidos - um, uma, uns, umas
Possessivos - meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus, tuas, seu, sua, seus, suas, nosso, nossa, nossos, nossas, vosso, vossa, vossos, vossas
Demonstrativos - este, esta, estes, estas, esse, essa, esses, essas, aquele, aquela, aqueles, aquelas, o mesmo, a mesma, os mesmos, as mesmas
Pronome
Os pronomes substituem os nomes.
Subclasses
Pessoal - eu, me, mim, comigo, tu, te, ti, contigo, ele, ela, se, o, a, lhe, consigo, nós, nos, connosco
vós, vos, convosco, eles,elas, se, os, as, lhes, consigo
Possessivo - meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus, tuas, seu, sua, seus, suas, nosso, nossa, nossos, nossas, vosso, vossa, vossos, vossas
Demonstrativo - este, esta, estes, estas, esse, essa, esses, essas, aquele, aquela, aqueles, aquelas, o outro, a outra, os outros, as outras, isto, isso, aquilo
Quantificador
Os quantificadores apresentam informação relacionada com o número, quantidade ou a parte de um todo.
Subclasse
Numeral - um, uma, dois, duas, três, quatro, cinco, …, dobro, triplo, quádruplo, quíntuplo, …, meio, metade, terço, quarto, quinto, …
Preposição
As preposições estabelecem relações de sentido entre os vários elementos da frase.
Algumas preposições simples:
a, após, até, com, contra, de, desde, em , entre, para, perante, por, sem, sob, sobre
Algumas preposições contraídas:
à (a+a)
ao (a+o)
àquele (a+aquele)
àquela (a+aquela)
deste (de+este)
desta (de+esta)
do (de+o)
da (de+a)
no (em+o)
na (em+a)
neste (em+este)
nesta (em+esta)
nesse (em+esse)
nessa (em+essa)
dele (de+ele)
dela (de+ela)
pelo (por+o)
pela (por+a)
Os nomes servem para designar seres, objetos e outras entidades
Subclasses
Comum - pão, gato, felicidade…
Comum coletivo - rebanho, matilha, multidão…
Próprio - Portugal, Lisboa, João, …
Adjetivo
Os adjetivos servem para designar qualidades ou propriedades dos nomes.
Subclasses
Qualificativo - bonito, sábio, feliz …
Numeral - primeiro, segundo, último…
Advérbio
Os advérbios localizam-se junto a verbos, adjetivos ou a outros advérbios e servem para mudar ou intensificar a sua significação.
Subclasses
de negação - não, jamais, nunca
de afirmação - sim, certamente, realmente
de quantidade e grau - apenas, bastante, demais, demasiado, excessivamente, mais, menos, muito, pouco, quase, tanto, tão, quanto
Determinante
Os determinantes aparecem antes dos nomes e concordam com eles em género e em número.
Subclasses
Artigos definidos - o, a, os, as
Artigos indefinidos - um, uma, uns, umas
Possessivos - meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus, tuas, seu, sua, seus, suas, nosso, nossa, nossos, nossas, vosso, vossa, vossos, vossas
Demonstrativos - este, esta, estes, estas, esse, essa, esses, essas, aquele, aquela, aqueles, aquelas, o mesmo, a mesma, os mesmos, as mesmas
Pronome
Os pronomes substituem os nomes.
Subclasses
Pessoal - eu, me, mim, comigo, tu, te, ti, contigo, ele, ela, se, o, a, lhe, consigo, nós, nos, connosco
vós, vos, convosco, eles,elas, se, os, as, lhes, consigo
Possessivo - meu, minha, meus, minhas, teu, tua, teus, tuas, seu, sua, seus, suas, nosso, nossa, nossos, nossas, vosso, vossa, vossos, vossas
Demonstrativo - este, esta, estes, estas, esse, essa, esses, essas, aquele, aquela, aqueles, aquelas, o outro, a outra, os outros, as outras, isto, isso, aquilo
Quantificador
Os quantificadores apresentam informação relacionada com o número, quantidade ou a parte de um todo.
Subclasse
Numeral - um, uma, dois, duas, três, quatro, cinco, …, dobro, triplo, quádruplo, quíntuplo, …, meio, metade, terço, quarto, quinto, …
Preposição
As preposições estabelecem relações de sentido entre os vários elementos da frase.
Algumas preposições simples:
a, após, até, com, contra, de, desde, em , entre, para, perante, por, sem, sob, sobre
Algumas preposições contraídas:
à (a+a)
ao (a+o)
àquele (a+aquele)
àquela (a+aquela)
deste (de+este)
desta (de+esta)
do (de+o)
da (de+a)
no (em+o)
na (em+a)
neste (em+este)
nesta (em+esta)
nesse (em+esse)
nessa (em+essa)
dele (de+ele)
dela (de+ela)
pelo (por+o)
pela (por+a)
quinta-feira, 12 de dezembro de 2019
As primeiras comunidades humanas da Península Ibérica
As primeiras comunidades recolectoras
Os primeiros grupos de homens e mulheres que habitaram a Península Ibérica viviam em comunidades: grupos de vinte a quarenta pessoas que partilhavam entre si os abrigos, a comida, os utensílios e os perigos.
Para se protegerem do frio e dos animais ferozes
refugiavam-se em grutas e outros abrigos existentes nas rochas. Por vezes construíam cabanas com troncos, ramos e peles de animais.
As peles de animais também serviam para se vestirem. Faziam também utensílios de pedra e osso para se protegerem, para caçar, esquartejar animais e raspar e cortar as suas peles.
As cenas de caça eram gravadas e pintadas nas paredes das grutas onde viviam. A estas gravuras e pinturas chamamos arte rupestre.
Estas comunidades viviam da pesca, da caça, e da recoleção, por isso as chamamos comunidades recolectoras. Isto significa que viviam da recolha do que a Natureza lhes oferecia.
Quando os recursos naturais de um local escasseavam tinham que procurar um novo local com mais frutos e mais animais para sobreviverem.
Por isso não tinham casa fixa e não permaneciam no mesmo local durante muito tempo. Diz-se então que eram nómadas.
A descoberta do fogo permitiu defenderem-se melhor dos animais ferozes, para se aquecerem e assarem os animais.
As comunidades agro-pastoris
Há cerca de 10000 anos a temperatura subiu, os gelos fundiram-se e o clima tornou-se quente e seco. Os animais de clima frio desapareceram e surgiram novas espécies vegetais e animais.
Ficaram assim reunidas condições para os homens abandonarem as grutas e melhorar a sua forma de vida.
As comunidades agro-pastoris vivam da agricultura, da pastorícia e da domesticação de animais.
Como viviam perto das terras que cultivavam deixaram de precisar de se deslocar constantemente, tornando-se assim sedentários.
Começou a haver uma maior abundância e diversidade de alimentos o que originou os primeiros povoados.
Começou-se a praticar a cestaria, a cerâmica e a tecelagem. Novos utensílios foram inventados como a foice, a enxada de pedra, o arado de madeira e a mó manual, e deu-se maior uso da roda.
Surge também nesta época vários monumentos em pedra como antas, ou dólmenes, e os menires.
Homens dos castros
Há cerca de 2500 anos a Península Ibérica era habitada pelos:
Celtas: povos guerreiros vindos no Centro da Europa, eram altos de cabelo e olhos claros e fixaram-se no Norte e Oeste da Península Ibérica.
Iberos: homens morenos e de estatura média que se fixaram no Sul e Este da Península Ibérica.
Os Iberos só conheciam o cobre e o bronze. Os celtas trouxeram o ouro e o ferro.
Com o passar do tempo estes povos acabaram por se misturar dando origem aos celtiberos.
Estas tribos viviam nos cimos dos montes rodeados por muralhas nas citânias, ou castros.
Contacto com os povos mediterrânicos
Os povos do sul da Península Ibérica viviam melhor que os do norte principalmente devido ao contato com Fenícios, Gregos e Cartagineses, que eram povos mais evoluídos.
Estes povos dedicavam-se ao comércio. Na Península Ibérica encontraram metais e em troca ofereciam objectos de vidro, adornos, cerâmicas, tecidos de linho e púrpura.
Deixaram-nos novas ideias e costumes e deram a conhecer o alfabeto fenício, a moeda grega e a conservação dos alimentos pelo sal.
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
Constituição do microscópio óptico
Constituição do microscópio óptico
Parte mecânica:
tubo ótico: suporta a lente ocular;
revólver: suporta as lentes objectivas e permite que elas rodem;
platina: onde se coloca a preparação;
pinças: fixam a preparação;
braço: onde se pega o microscópio;
parafuso macrométrico: movimenta a platina com grandes deslocamentos;
parafuso micrométrico: movimenta a platina com maior precisão;
base: apoio do microscópio.
Parte óptica:
ocular: lente onde se coloca o olho e que amplia a imagem;
objectiva: lente que fica perto do objecto a ampliar;
espelho: tem duas faces, uma para a luz natural e outra para a luz artificial;
diafragma: regula a entrada da luz.
Utilização do microscópio óptico
Para uma boa utilização do microscópio óptico devemos:
1º Iluminar o microscópio;
2º Colocar a preparação na platina e prendê-la com as pinças;
3º Colocar a objectiva de menor poder de ampliação;
4º Subir a platina utilizando o parafuso macrométrico;
5º Rodar o parafuso micrométrico até obter uma imagem nítida.
A ampliação total de uma imagem é igual ao produto do poder de ampliação da ocular pelo poder de ampliação da objectiva.
Parte mecânica:
tubo ótico: suporta a lente ocular;
revólver: suporta as lentes objectivas e permite que elas rodem;
platina: onde se coloca a preparação;
pinças: fixam a preparação;
braço: onde se pega o microscópio;
parafuso macrométrico: movimenta a platina com grandes deslocamentos;
parafuso micrométrico: movimenta a platina com maior precisão;
base: apoio do microscópio.
Parte óptica:
ocular: lente onde se coloca o olho e que amplia a imagem;
objectiva: lente que fica perto do objecto a ampliar;
espelho: tem duas faces, uma para a luz natural e outra para a luz artificial;
diafragma: regula a entrada da luz.
Utilização do microscópio óptico
Para uma boa utilização do microscópio óptico devemos:
1º Iluminar o microscópio;
2º Colocar a preparação na platina e prendê-la com as pinças;
3º Colocar a objectiva de menor poder de ampliação;
4º Subir a platina utilizando o parafuso macrométrico;
5º Rodar o parafuso micrométrico até obter uma imagem nítida.
A ampliação total de uma imagem é igual ao produto do poder de ampliação da ocular pelo poder de ampliação da objectiva.
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